Dói, um tapinha não dói!
Nas duas últimas semanas estudou um alemão comigo. Frank é seu nome. Nos últimos dias Frank está empenhado em tornar-se um macho latino. Outro dia fomos jantar e, cansado das minhas sucessivas sugestões e opiniões erradas sobre a direção do restaurante, ele disse que mulher latina tem que ser subserviente e que “agora ele que era o chefe”. Isso vindo de um alemão é bem engraçado.
Na aula de hoje ele e o professor estavam cheios de gracinhas e ele me mandou “buscar um café” (pra ele, claro!). Daí eu falei que pra ser um latino perfeito ele tinha que me mandar buscar uma cervejinha e, quando eu passasse, dar um tapa na minha bunda. Ele adorou. Disse que nas próximas férias vai ao Brasil, porque se sente muito reprimido na Alemanha. Rimos um montão e fim de papo.
Horas mais tarde, quando terminou a classe, cada um de nós ia pra um lado. E como ele se despediu de mim? Me deu um beijo e... um tapão na bunda! Levei o maior susto, mas não conseguia parar de rir. Não consigo até agora.
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5 Comments:
KKKKK! Essa foi demais. Eu que a conheço há mais tempo do que "esse" alemão nunca nem trisquei no bumbum seu.... Demais esses ares primaveris hein?! rs!
Essa história foi pauta de uma reunião de equipe com direito a presença do Gerente amiga... rimos muito!!! rs...
Beijinhos!
Hahahaha... pô, não dá pra contar pro Gerente coisas bonitas? Tipo inventar que eu tô fazendo trabalho voluntário com a comunidade carente, sei lá! haha!
Please define "voluntário" and "carente".
:)
Hahahahaha... Neisse, Neisse! Quem pergunta escuta mais que quer ouvir.
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